Museu de História da Paraíba, no Palácio da Redenção
Fica no antigo Palácio do Governo, na Praça João Pessoa, no Centro. O museu divide-se entre salas contemporâneas, com exposições sobre diferentes períodos da história paraibana, e salas históricas que preservam a configuração original do palácio.
Do lado de fora está o mausoléu com os restos mortais de João Pessoa — o presidente da Paraíba cujo assassinato, em 1930, deu nome à cidade e ajudou a desencadear a Revolução de 1930.
Entrada gratuita. De terça a sábado a visitação é livre, das 9h às 16h. Aos domingos só há visita guiada, em horários fixos: 9h, 11h, 13h e 15h.
Espaço Cultural José Lins do Rego
Inaugurado em 1982, é o maior complexo cultural do estado — e o mais subaproveitado pelo turista. Reúne, num só endereço, quatro espaços de espetáculo (Teatro Paulo Pontes, Teatro de Arena, Sala Roberto Cartaxo e a Sala de Concertos Maestro José Siqueira), o Museu José Lins do Rego, a Galeria Archidy Picado e o Arquivo Histórico.
Para quem viaja com criança, o argumento é outro: o Espaço Cultural abriga planetário e Estação Ciência, além da Biblioteca Juarez da Gama Batista e de uma gibiteca.
Fica na Av. Dr. João da Mata, 200, no Jaguaribe, dentro do Centro Administrativo Estadual. A programação muda toda semana — vale conferir antes de ir.
Fundação Casa de José Américo
Esta é a mais fácil de encaixar para quem se hospeda na orla: fica na Av. Cabo Branco, 3336, na própria beira-mar. É a casa onde viveu José Américo de Almeida, escritor e político paraibano, hoje transformada em museu.
O conjunto inclui o Museu Casa José Américo, a Biblioteca Dumerval Trigueiro, arquivo documental e o mausoléu do escritor. A fundação mantém programação permanente, com cineclube e feiras.
Funciona de terça a domingo, das 9h às 16h.
Os casarões do Centro Histórico
Casarão dos Azulejos — construção do século XVIII, antiga residência do comendador Antonio Santos Coelho, reconhecível pela fachada revestida de azulejos portugueses.
Casarão 34 — espaço cultural no Centro Histórico, aberto ao público de segunda a sexta, pela manhã e à tarde.
Paço Municipal — construção em estilo neoclássico do início do século XX, ainda em uso administrativo.
Academia Paraibana de Letras — fundada em 14 de setembro de 1941, ocupa um dos casarões do centro antigo.
Casa da Pólvora
Construída entre 1704 e 1710 como depósito de munições e armamentos, é um dos marcos mais antigos da cidade — tombada pelo Iphan em 1938. Fica na Ladeira São Francisco, no Centro Histórico, e abriga o Museu Fotográfico Walfredo Rodrigues.
Confirme antes de ir. A página oficial da prefeitura ainda trazia, na última consulta, aviso de fechamento temporário herdado da pandemia. A informação provavelmente está desatualizada, mas não conseguimos confirmar a reabertura — telefone antes de incluir no roteiro.
E se a viagem for a trabalho
O Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima, em Jacarapé, é onde acontecem os grandes eventos e congressos da cidade — e costuma ser o motivo da viagem de quem vem a negócios, não a passeio.
Fica no extremo sul da orla urbana, longe de Manaíra e Tambaú. Se o seu evento for lá, considere o deslocamento diário ao escolher onde ficar — e aproveite que os museus do Centro Histórico funcionam em horário comercial para encaixar uma manhã antes do credenciamento.
Como encaixar no roteiro
O Centro Histórico se faz a pé: Palácio da Redenção, casarões, Casa da Pólvora, Teatro Santa Roza, Hotel Globo e o Centro Cultural São Francisco estão a poucos quarteirões uns dos outros. Reserve uma manhã e vá cedo, antes do calor.
O Espaço Cultural fica fora desse circuito, no Jaguaribe, e pede um deslocamento próprio. Já a Casa de José Américo está na orla de Cabo Branco — combina bem com um fim de tarde de praia. Veja o roteiro de 3 dias para encaixar tudo.
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